Eu estou aqui
E você, onde está?
Esta é a questão: Você não sabe. Então se procura em todos os lugares, não sabendo que não é o lugar que faz a diferença, mas a diferença que você procura está próxima de você, contudo não é palpável, mas é transparente através das suas atitudes. Elas o condenam ou o absolvem.
Há apenas uma única maneira de saber: vigiar e transformar-se pela renovação da sua mente. Ela é o seu árbitro, visto que os maiores doentes podem ser também os saudáveis de corpo, todavia sua alma mergulha no indecifrável universo do seu ser, paradoxo que tenta encaixar-se em determinado sistema, A, B ou C.
Incompreensível para nós, pois o ser humano em busca de decifrar-se, cai na mais profunda amargura. Quando você irá quebrar esse orgulho de não ser decifrável? Quando? Eis a questão. O tempo não soluciona. Então esta lacuna é preenchida com explicações do seu próprio pensamento. Louco! Sim, é loucura, e o ser humano padece dessa loucura que é pensar. Pensar faz bem para a alma e espírito, todavia é necessário ter um parâmetro.
Qual é o seu? Por ventura são os filósofos, pré ou pós-socráticos? Hi... hi... hi...há...há...há... É isso, a sua procura de si mesmo obteve uma resposta. Essa é a sua doença da alma: as perguntas não têm respostas, mas sim questionamentos, infindáveis, que o levam a outros questionamentos que seu pensamento insiste em completar, sem necessariamente satisfazer, mas tenta.
Aí surgem [novamente] conflitos. Até quando? Não sei. Gostou da resposta? Pela performance da sua expressão, entende-se que o desgosto invadiu seu coração; sua alma está aflita . Mas você procura. Nem sabe o que, mas quer ir ao encontro, não “de encontro”, porque “de encontro” você está faz tempo.
Ao encontro faz toda a diferença, porque sua alma mergulhará no indescritível mundo novo, ao entrar em contato consigo mesmo, saber o que quer, ter um alvo, reprogramar sua vida, que até esse momento só encontrou o indesejável.
Para você compreender melhor: só levou “chapuletada” ou melhor ainda: só levou “tapa na cara”. O que é eficiente fazer vai longe, portanto faz-se mister falar algumas giriazinhas muito, muito, muuuito honestas.
Quer que eu continue? Gostaria, porém outros afazeres, não mais, nem menos, importantes, e sim paralelos, embora desiguais, não na importância (...), e sim nas necessidades diárias, por ocuparem espaços no quotidiano, precisam ser resolvidos. Compreendem? Não tem importância. Eles me chamam. Bye, bye.
Esqueci como se fala em francês. Mas vou consultar os meus livros, minhas anotações. Ah! Esse é um ponto importante a se dialogar, contudo prefiro o monólogo interior... Ih! O assunto chegou. Hihihihihihihi... ABAFA O CASO!
CASO @@@@DO
Decifra-me ou devoro-te disse a esfinge.
ResponderExcluirA.S.A